Grupos de estudo

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Grupo 1 - GGH - Grupo de Estudo de Geração Hidráulica

Escopo:

Estudos de viabilidade, concepção, especificação, projeto, construção, fabricação, instalação, ensaios, operação, manutenção, monitoramento, modernização, repotenciação e desempenho de equipamentos para usinas hidrelétricas (exceto transformadores e equipamentos de manobra). Estudos de viabilidade para empreendimentos de geração hidráulica. Sistemas de regulação de tensão e velocidade. Materiais isolantes. Estudos técnicos para especificação, projeto e instalação de serviços auxiliares em corrente alternada e corrente contínua em usinas hidrelétricas. Aspectos de confiabilidade e segurança operativa e estrutural de usinas hidrelétricas. Questões relacionadas à legislação pertinente e novas tecnologias.

Temário:

1.               Aproveitamentos hidrelétricos de pequena, média ou elevada potência:

·    Técnicas de projeto e fabricação de hidrogeradores, inclusive geradores de indução, conexão unitária, turbina de elevada velocidade especifica;

·    Novos desenvolvimentos para a extensão da capacidade de grandes geradores;

·    Aplicabilidade de máquinas tipo bulbo e kaplan;

·    Influência das especificações e solicitações do Operador Nacional do Sistema na operação, projeto e custo dos geradores;

·    Métodos de simulação e medição de perdas, desempenho térmico e técnicas de resfriamento;

·    Avanços, limites e aplicações do CFD (Computational Fluid Dynamics) nos estudos de geradores e turbinas;

·    Estratégias para viabilização de usinas plataforma na região amazônica;

·    Influência da operação intermitente no desempenho e projeto da turbina e gerador;

·    Estrutura civil – impacto na performance de turbinas e geradores;

·    Evolução no projeto de turbinas hidráulicas;

·    Eficiência, operação, controle e projeto de motores para subestações de geração e seus efeitos na geração distribuída;

·    Viabilidade, custo e estratégias para a implantação de usinas reversíveis;

·    Influência de sistemas de excitação e regulação de velocidade no desempenho de geradores;

·    Qualidade da água dos rios brasileiros e impactos no projeto de equipamentos.

 

2.   Pequenas Centrais Hidráulicas:

·    Concepção, projeto, implantação, operação e manutenção;

·    Experiência operativa e de manutenção com ou sem uso de sistemas de monitoramento;

·    Uso de máquinas hidrocinéticas;

·    Impacto da lei federal nº 12.783/2013 na operação e implantação de novas PCHs.

 

3.   Modernização, repotenciação de usinas hidrelétricas e equipamentos de geração:

·    Critérios de avaliação econômica;

·    Flexibilização de limites operacionais e melhoria de desempenho;

·    Implantação de sistemas de monitoramento, controle e supervisão digitalizados;

·    Experiência em usinas desassistidas;

·    Uso de novas tecnologias em lubrificação de mancais de geradores e turbinas;

·    Desenhos em 3D para montagem virtual;

·    Impacto da lei federal nº 12.783/2013 nos programas de modernização e repotenciação de usinas hidroelétricas.

 

4.   Experiência e monitoramento de desempenho de estruturas hidráulicas:

·    Necessidade de grandes reservatórios para usinas hidrelétricas como critério de confiabilidade e segurança sistêmica;

·    Aspectos de confiabilidade e segurança;

·    Desenvolvimento de materiais isolantes;

·    Metodologias de medição de descargas parciais em geradores;

·    Tecnologias disponíveis na medição de entreferro;

·    Medição de temperatura com o uso de fibra ótica;

·    Experiência em monitoramento do rendimento da máquina e otimização do consumo de água;

·    Experiência em sistemas de monitoramento, diagnóstico e prognóstico em unidades geradoras;

·    Integração dos sistemas de monitoramento das barragens com os sistemas de monitoramento das máquinas;

·    Uso de simulações numéricas para antever problemas de cavitação, instabilidades e ressonâncias hidráulicas;

·    Experiência em sistemas de aeração;

·    Resultados de análises e estudos de descargas parciais, entreferro e water gap.

 

5.   Aspectos de manutenção de hidrogeradores:

·    Desgaste de máquinas hidrelétricas devido a partidas e paradas frequentes;

·    Estado da arte e experiência com inspeções robóticas;

·    Controle de desgaste de escovas e do anel coletor;

·    Controle do desgaste da junta de vedação;

·    Instalação de sistema anti-incêndio;

·    Sistema de diagnóstico e avaliação da vida remanescente dos equipamentos;

·    Influência dos sistemas de monitoramento na gestão da manutenção.

 

6.   Contratação do tipo EPC (Engineering, Procurement and Construction Contracts) para bens e serviços:

·    Projeto, modelagem, especificação, contratação, qualidade, preço e fiscalização;

·    Garantia da instalação; segurança da instalação e dos empregados.

Grupo 2 - GPT - Grupo de Estudo de Produção Térmica e Fontes Não Convencionais

Escopo:

Tecnologias e concepção geral de usinas para geração termelétrica (óleo, carvão, gás, nuclear etc.), cogeração, processos não convencionais para geração (biomassa, células a combustível, solar, eólica, maremotriz, geotérmica etc.). Especificação, projeto, fabricação, instalação, operação e modernização de usinas termelétricas, sistemas componentes e equipamentos em geral (exceto transformadores e equipamentos de manobra). Estudos de viabilidade. Aspectos de confiabilidade e segurança operacional e física. Estudos técnicos para especificação de equipamentos das usinas termelétricas, incluindo estudos de compatibilidade das especificações dos equipamentos com os requisitos do sistema interligado. Combustíveis (fósseis, renováveis e nucleares): inventário, caracterização, compra, transporte, recebimento, manuseio, estocagem, técnicas de combustão e disposição/uso de rejeitos e resíduos. Sistemas e equipamentos para controle e redução de emissões. Geração distribuída. Sistemas de armazenamento de energia.

Temário:

1.   Fontes Renováveis de Energia – biomassa (uso direto, biodigestores, gaseificadores, álcool, biodiesel etc.), biogás e resíduos sólidos urbanos, eólica, solar (térmica e fotovoltaica), maremotriz, ondas, geotérmica, hidrogênio e célula a combustível, queima de rejeitos por tecnologia do plasma:

·    Viabilidade técnico-econômica e ambiental;

·    Projeto, construção e operação de empreendimentos para atendimento de sistemas elétricos isolados e interligados;

·    Levantamento da disponibilidade de biomassa em cada região do Brasil, em especial, bagaço de cana, óleos vegetais, casca de arroz e casca de frutos típicos da região amazônica, uso de vinhoto como combustível para acionamento de grupos geradores. Armazenadores de energia. Prever possíveis integrações dessas fontes renováveis ao smart grid. Prever a integração de recuperação energética nos Programas de Gerenciamento de Resíduos, por meio de PPP (Parceria Público-Privada);

·    Políticas públicas de incentivo ao aproveitamento energético por meio de UTE de RSU (Resíduos Sólidos Urbanos);

·    Relação otimizada de uso entre fontes renováveis de energia e fontes despacháveis;

·    Desenvolvimento de técnicas de armazenamento de energia;

·    Pesquisa, desenvolvimento e inovação associados ao tema.

 

2.  Geração distribuída, cogeração (bagaço de cana, palha de arroz, lixo urbano, gás de alto forno etc.), células a combustível, microturbinas e células fotovoltaicas.

·    Aspectos técnicos, econômicos e ambientais;

·    Projeto e implementação;

·    Sistemas híbridos autônomos, parâmetros de regime permanente e transitório;

·    Tecnologias de geração viáveis de conexão (para integração) ao smart grid;

·    Pesquisa, desenvolvimento e inovação associados ao tema.

·    Integração de geração distribuída ao sistema elétrico brasileiro;

·    Armazenamento de energia aplicado em geração distribuída.

 

3.   Usinas Termelétricas (UTE) interligadas ao sistema elétrico – gás natural, gás de xisto, carvão e nuclear:

·    Análise de desempenho e regime operacional, métodos de revitalização e repotenciação;

·    Sistema isolado com óleo diesel, biodiesel e logística de suprimentos;

·    Técnicas para preservação de UTE em paradas de longo prazo;

·    Testes hidrostáticos e testes de comprovação de disponibilidade de UTE. Comparação e custos;

·    Experiência com sistemas de proteção, controle ambiental e tratamento de rejeitos, monitoração on-line de UTE, controle da vida remanescente de tubulações por meio da espessura da camada de óxidos;

·    UTEs integradas à exploração das reservas e produção de GN (gás natural) do “pré-sal”;

·    UTEs associadas à logística para importação de GNL (gás natural liquefeito).

 

4.  Aspectos associados a máquinas térmicas, compreendendo motores, turbinas e geradores e seus sistemas de proteção, auxiliares e regulação de tensão e de velocidade:

·    Especificação, projeto, fabricação, instalação e ensaios;

·    Operação, manutenção, monitoramento, modernização e desempenho.

 

5.   Redução de emissão de CO2:

·    Regulamentação do mercado de carbono no Brasil;

·    Redução das emissões desses gases de efeito estufa em usinas termelétricas incluindo captação e armazenamento de CO2;

·    Novas tecnologias de combustão.

Grupo 3 - GLT - Grupo de Estudo de Linhas de Transmissão

Escopo:

Estudos técnicos para definição das características das linhas de transmissão (LTs). Projeto, construção, desempenho e operação de LTs aéreas e subterrâneas. Aspectos relativos aos impactos socioambientais, efeitos eletrostáticos e eletromagnéticos e aos aspectos de invasão de área de servidão. Estudos para avaliação do desempenho de LTs com definição das características básicas dos equipamentos e materiais usados. Ensaios e inspeção de equipamentos e materiais. Estudos técnicos e econômicos para os projetos elétrico, mecânico e estrutural de LTs, incluindo aspectos relacionados com manutenção em linha viva e da aplicação de novas tecnologias de equipamentos, materiais e serviços. Custos e comparações técnicas e econômicas de alternativas. Aspectos de confiabilidade e segurança.

Temário:

1.   Novas concepções e tecnologias para LTs CA e CC, incluindo componentes:

·    Aspectos relativos a comparações técnicas, econômicas e de segurança;

·    Métodos para redução do impacto visual de LTs;

·    Técnicas para redução do impacto na construção de novas LTs;

·    Experiência e desenvolvimento de novos materiais em LTs;

·    Projeto e implantação de LT com soluções não convencionais (extra alta tensão, novos tipos de condutores, elevado feixe de condutores, etc.);

·    Aspectos de manutenção em LTs energizadas a serem considerados nas fases de concepção e projeto;

·    Aplicação do conceito de H/w no estabelecimento de tração dos cabos condutores em LT e implantação em diferentes tipos de cabos.

 

2.   Uso e ocupação das faixas de passagem de LTs:

·    Aspectos técnicos, legais e de segurança;

·    Invasão, desmatamento e preservação das faixas, metodologias e práticas;

·    Poda seletiva em áreas de proteção ambiental;

·    Compartilhamento com outras instalações;

·    Experiência na expansão, projeto, construção, operação e manutenção de LTs em áreas urbanas;

·    Experiência no uso e compartilhamento de redes smart grid nas faixas de passagem de LTs.

 

3.   LTs CA e CC e os campos elétricos e magnéticos:

·    Aspectos relativos às metodologias de cálculo, aos critérios e atendimento a normas e leis;

·    Limites admissíveis de campos elétrico e magnético segundo as regulamentações nacionais e internacionais;

·    Alternativas para redução de valores e medições de campo.

 

4.   Aumento da segurança, da confiabilidade e da disponibilidade das LTs:

·    Impactos no projeto e na manutenção de LTs diante de alterações em parâmetros meteorológicos, bem como a modelagem desses comportamentos;

·    Níveis de confiabilidade estrutural para projeto de LTs de UAT;

·    Procedimentos e critérios de manutenção e métodos de monitoramento e de diagnóstico;

·    Coleta de dados em LTs implantadas como subsídio para avaliação do desempenho operacional e para futuros projetos;

·    Experiência no restabelecimento da transmissão após eventos permanentes e ações contra vandalismos;

·    Novas técnicas, recursos e procedimentos de inspeção de LTs;

·    Impacto da parcela variável no projeto, nos componentes e nos procedimentos de manutenção;

·    Experiência no restabelecimento de LTs pós eventos climatológicos de grande intensidade.

 

 

5.   Estudos e projetos especiais:

·    Aspectos técnicos, econômicos e construtivos. Novos materiais e experiência de grandes travessias;

·    Estabelecimento da tração de regulagem de condutores visando minimizar efeitos de vibrações eólicas, tanto em casos de cabos singelos quanto em feixes. Experiências com projeto e manutenção de LT com cabos isolados, subterrâneos e subaquáticos;

·    Uso de novas tecnologias para verificação da vida útil de equipamentos e materiais.

 

6.   Manutenção, recapacitação e repotenciação de LTs:

·    Critérios, procedimentos de avaliação e de tomada de decisão, ensaios, novas tecnologias e procedimentos de fabricação de componentes, readequação de materiais e de componentes, técnicas construtivas, custos de manutenção, avaliação de vida útil, descarte de materiais e remuneração do investimento;

·    Técnicas para aumentar a capacidade de transporte de energia;

·    Uso de novas tecnologias para inspeção de LTs.

 

7.   Estudos de desempenho em LTs aéreas e subterrâneas:

·    Aspectos relativos a comparações técnicas e econômicas na construção, operação, inspeção e manutenção;

·    Reavaliação de conceitos, parâmetros, projetos e materiais que se mostraram inadequados à expectativa de vida útil, economicidade, segurança, entre outros aspectos;

·    Experiências na implantação de LTs em áreas densamente ocupadas.

Grupo 4 - GAT - Grupo de Estudo de Análise e Técnicas de Sistemas de Potência

Escopo:

Estudos de modelos e ferramentas para avaliação do desempenho de sistemas de potência CA e CC, bem como  definição das características elétricas dos componentes. Avaliação do desempenho dos equipamentos elétricos CA e CC nos sistemas de potência. Ensaios das instalações e/ou equipamentos que integram os sistemas elétricos. Métodos de simulação para determinação das condições dos sistemas de potência. Estudo, análise e aplicação de métodos e/ou equipamentos CA e CC para melhorar o desempenho do sistema em regime permanente, transitório e dinâmico (compensação reativa, regulação de tensão, religamento e eletrônica de potência).

Temário:

1.   Métodos, modelos e ferramentas para estudos de sistemas de potência envolvendo:

•    Sistemas de transmissão CA, elos CC e equipamentos FACTS;

•    A inserção em sistemas de transmissão de novos agentes e novas tecnologias, por exemplo: geração térmica a gás a ciclo combinado, fontes renováveis de energia e fontes conversoras de tensão (VSC);

•    Sistemas de medição fasorial sincronizada.

 

2.   Dinâmica de sistemas de potência:

•    Estudo, simulação e análise da estabilidade angular;

•    Estabilidade de frequência e estabilidade de tensão;

•    Ferramentas híbridas para simulação ampliada na escala de tempo;

•    Análise da segurança dinâmica;

•    Identificação e modelagem da carga, parâmetros de geradores e controladores.

 

3.   Controle aplicado a sistemas de potência, considerando novas técnicas:

•    Modelagem e otimização de controladores visando maior economia e segurança, assim como menor interação adversa;

•    Técnicas, critérios e desempenho de controle de tensão e potência reativa de sistemas interligados e de transmissão à longa distância;

•    Procedimento para a recuperação do SIN após perda intempestiva das injeções de grandes blocos de potência dos empreendimentos amazônicos;

•    Controle para operação de elos CC, incluindo esquemas multi-terminais;

•    Normatização de requisitos de sistemas de controle de equipamentos integrados aos sistemas de transmissão.

 

4.   Análise do desempenho de sistemas de potência:

•    Considerando a interação entre elos CC eletricamente próximos e operando em redes com baixo nível de curto-circuito;

•    Com múltiplos elos de corrente contínua convergindo na mesma região eletrica (DC Multi-infeed);

•    Na presença de múltiplos equipamentos de compensação reativa série e paralelo num tronco de transmissão;

•    Com o aumento da participação de geração não despachável (eólica, por exemplo) no SIN;

•    Com o uso de simuladores de tempo real nos estudos CA/CC, com destaque na escolha dos equivalentes e sua validade para os estudos do SIN;

•    Durante comissionamentos e testes;

•    Com o incremento de geração conectada via inversores nas redes de AT, MT e BT, visando a avaliação do impacto sistêmico da geração distribuída.

 

5.   Grandes perturbações no SIN:

•    Análise da perturbação e a reprodução por simulação;

•    Comparação dos registros das unidades de medição fasorial e registradores de longa duração com resultados de simulação;

•    Impactos no planejamento, operação e recomposição do sistema;

•    Análise do desempenho dos esquemas especiais de proteção e esquemas regionais de alívio de carga.

 

6.   Métodos e critérios probabilísticos aplicados à operação de sistemas de potência:

•    Para gerenciamento da confiabilidade do sistema de geração e transmissão;

•    Para gerenciamento da carga.

Grupo 5 - GPC - Grupo de Estudo de Proteção, Medição, Controle e Automação em Sistemas de Potência

Escopo:

Princípios, projetos, modernizações, aplicações, desempenho e gerenciamento de sistemas de proteção, medição, controle e automação de subestações e equipamentos, além de sistemas para controle remoto.

Temário:

1.  Sistemas locais de proteção, automação, controle e medição, incluindo elos CC a dois e multiterminais:

•   Novos desenvolvimentos, metodologias e algoritmos;

•   Projetos, implantações e modernizações relevantes;

•   Integração funcional, redundância e confiabilidade;

•   Estudos e filosofias para ajustes, coordenações e configurações;

•   Equipamentos, técnicas e experiências com ensaios, modelos e simulações;

•   Experiências e novos recursos para análise de perturbações; análise automática de faltas;

•   Testes de sistemas e funções distribuídas e dispositivos inteligentes;

•   Análise do desempenho, estatísticas e indicadores;

•   Manutenção, automonitoramento, tratamento de falhas ocultas, gerenciamento de registros oscilográficos;

•   Ferramentas computacionais, bancos de dados e integração de bases de dados.

 

2.  Proteção sistêmica:

•   Estudos, filosofias, coordenação e modernização;

•   Ensaios, modelos e simulações.

 

3.  Esquemas especiais de proteção:

•   Desenvolvimentos, experiências e procedimentos para a implantação e revisão;

•   Arquiteturas, redundância e confiabilidade;

•   Ensaios, modelos e simulações;

•   Desempenho, estatísticas e indicadores;

•   Aplicações a sistemas de gerações variáveis e a grandes consumidores.

 

4.  Aplicações da norma IEC 61850:

•   Projetos, implantações e manutenção;

•   Modernizações e ampliações em instalações existentes;

•   Arquiteturas, redundância e confiabilidade, incluindo as redes de comunicação;

•   Segurança cibernética;

•   Perspectivas e experiências com merging units e barramentos de processo;

•   Aplicações da troca de informações entre subestações.

 

5.  Sistemas de medição sincrofasorial:

•   Aplicações e benefícios para proteção e controle.

•   Arquiteturas e requisitos de comunicação;

•   Integração funcional, ensaios e requisitos de desempenho das unidades de medição sincrofasorial;

•   Requisitos funcionais, expansibilidade e ensaios dos concentradores de dados;

 

6.  Smart grids:

•   Perspectivas e experiências;

•   Impactos nos sistemas de proteção, automação, controle e medição;

•   Proteção, automação, controle e medição de sistemas de geração distribuída – eólica, solar, PV e armazenamento.

 

7. Perturbações relevantes:

• Análise de distúrbios atípicos, lições aprendidas e propostas para não recorrência.

Grupo 6 - GCR - Grupo de Estudo de Comercialização, Economia e Regulação de Energia Elétrica

Escopo:

Comercialização de energia elétrica: mercados – classificação e estruturas, tipos de mercado do curto ao longo prazo e respectivas operações; aspectos especiais do mercado “spot” ou de balcão, mecanismos de estabilização de preços; mercado de futuros, opções e derivativos; contratos de pré-venda (PPAs); instituições, agentes e contratos de comercialização, custos das transações; avaliação e gestão do risco, métodos e ferramentas aplicadas às transações de mercado; interação entre os mercados de energia elétrica e outras formas de energia; e-negócio/e-comercialização; gestão pelo lado da demanda; hedgings, comercialização em mercado secundário. Economia do setor de energia elétrica: estruturas de capital societário; fontes de capital para investimento e operações; investimento e financiamento do setor de energia elétrica: estruturas de funding aplicadas à energia elétrica; avaliação do desempenho das empresas de geração e transmissão, comercializadoras e distribuidoras; agentes da operação interligada, do mercado de comercialização e de planejamento; regulação, salvaguardas e garantias, mecanismos de proteção e supervisão financeira; classificações de credit rating e o impacto nas operações financeiras setoriais. Regulação do setor de energia elétrica: objetos da regulação técnica e econômica e gerencial, extensão e limites; acesso à rede, sinalização econômica e congestionamento da transmissão; conceituação dos negócios, atendimento aos objetivos ambientais e de segurança, adequação, integridade e confiabilidade, recursividade na regulamentação, arbitragem, monitoramento da oferta, responsabilidade social; tipos de regulação; métodos, mecanismos e instrumentos de regulação; arcabouço legal, legislação e regulamentação; harmonização da regulação em mercados integrados, autorregulação. Regulação e regulamentação econômica e financeira do capital social.

Temário:

1.   Comercialização de Energia Elétrica:

•    Produtos e serviços para o mercado livre;

•    Gestão de risco;

•    Mecanismos para formação de preços;

•    Impacto da lei federal 12783/2013 na formação de preços;

•    Produtos para aumento da liquidez na comercialização;

•    Comercialização no varejo, com foco em smart grid.

 

2.   Economia de energia elétrica:

•    Preços e competitividade mundial do Brasil;

•    Integração com outras commodities (gás, óleo, etanol, etc);

•    Influência do meio ambiente;

•    Performance, governança e rentabilidade das empresas do setor elétrico;

•    Impactos do baixo armazenamento dos reservatórios no Brasil;

•    Gestão de consumo e venda de energia.

 

3.   Regulação:

•    Experiência internacional em formação de preços e leilões de energia;

•    Aperfeiçoamento regulatório e institucional no Brasil;

•    Eficiência dos leilões de geração e de transmissão;

•    Estratégias para participação em leilões de geração e de transmissão;

•    Revisão tarifária;

•    Renovação das concessões;

•    Estratégias de antecipação de obras de geração e transmissão;

•    Licenciamento e desapropriações em áreas com grande densidade populacional;

•    Bandeiras tarifárias.

 

4.   Inserção de fontes renováveis de energia:

•    Mecanismos de incentivo;

•    Impacto nos preços de energia, no meio ambiente e nos custos de transmissão;

•    Modelos de comercialização.

 

5.   Redes inteligentes (smart grids):

•    Regulamentação de redes inteligentes;

•    Aspectos regulatórios e econômicos para incentivar o desenvolvimento;

•    Tratamento da integração com fontes renováveis de energia e com o mercado livre.

 

6.   Aspectos associados à introdução de geradores no SIN:

•    Considerando as características de operação e manutenção;

•    Adequação aos procedimentos de rede do ONS e resoluções da ANEEL.

Grupo 7 - GPL - Grupo de Estudo de Planejamento de Sistemas Elétricos

Escopo:

Estudos de planejamento da expansão dos sistemas de potência, envolvendo os aspectos de mercado, energéticos, elétricos, de composição do parque gerador e aspectos ambientais. Aspectos técnicos e econômicos do uso de fontes não convencionais e de cogeração no planejamento. Métodos e modelos de planejamento integrado geração/transmissão e de previsão do mercado de energia elétrica. Compatibilização do planejamento da rede básica com a rede de subtransmissão. Uso de critérios de confiabilidade na expansão do sistema. Definição das ampliações das grandes interligações regionais e internacionais. Definição da topologia do sistema de transmissão, inclusive modos CA e/ou CC de transporte de energia elétrica. Estudos para suprimento de grandes centros urbanos. Impacto de desenvolvimentos futuros no planejamento de sistemas elétricos.

Temário:

1.   Metodologias para previsão de mercado de energia elétrica.

 

2.   Planejamento da oferta considerando a diversificação da matriz energética:

•    Metodologias para o planejamento integrado da geração e transmissão;

•    Avaliação dos impactos da inserção e de complementariedade de diferentes fontes renováveis de energia na matriz energética;

•    Melhorias na representação das pequenas usinas nos modelos de simulação e otimização energética;

•    Repotenciação e a modernização de usinas hidrelétricas à luz da lei federal nº 12.783/2013;

•    Ampliação da geração de base para atendimento à demanda de energia elétrica do SIN;

•    Possibilidade do uso da energia nuclear para a geração de base com o esgotamento do potencial hidrelétrico brasileiro;

•    Metodologias e propostas para valorar a disponibilidade de potência das usinas hidrelétricas para atendimento à demanda de ponta do sistema elétrico brasileiro;

•    Abordagem sobre a real capacidade de geração de energia elétrica do parque gerador brasileiro para garantir a segurança energética;

•    Expansão da rede elétrica em grandes centros urbanos no médio e longo prazo: aumento da capacidade de transmissão dos corredores existentes versus incentivos para expansão de redes inteligentes.

 

3.   Planejamento da transmissão considerando incertezas:

•    Participação dos diversos agentes no processo de planejamento, incluindo alternativas para um modelo participativo;

•    Discussão dos critérios de planejamento da transmissão considerando aspectos probabilísticos e de confiabilidade;

•    Influência do fator de potência nas fronteiras na expansão do sistema;

•    Planejamento de sistemas de transmissão inteligentes;

•    Aprimoramento do planejamento da transmissão considerando os aspectos próprios das fontes de geração renovável intermitentes;

•    Aperfeiçoamentos para harmonizar o planejamento da expansão da transmissão com os resultados dos leilões de compra de energia;

•    Propostas de melhorias para se evitar o descasamento entre o planejamento da expansão da transmissão e o  planejamento da expansão da distribuição;

•    Otimização do uso da rede elétrica existente considerando novas tecnologias.

 

4.   Desafios na integração de grandes blocos de geração:

•    Novos desenvolvimentos em transmissão à longa distância;

•    Uso de novas tecnologias na transmissão para melhoria do desempenho, redução de custos e perdas do sistema;

 

 

 

5.   Tarifação da transmissão e da distribuição, valoração das perdas e custos de referência:

•    Vantagens e desvantagens na alocação de fatores de perdas do sistema de transmissão nos empreendimentos de geração;

•    Futuro da regulamentação de uso das redes básica e de subtransmissão, em termos de tarifa de uso;

•    Vantagens e desvantagens da sinalização locacional nas tarifas de uso da rede elétrica.

•    Sugestões de aprimoramento da metodologia de definição dos custos de referência das instalações de transmissão usados nos processos licitatórios.

•    Consequências do término da vida útil regulatória dos equipamentos na rede básica, em função do elevado número de ativos nesta situação.

 

6.   Novas metodologias para avaliação e monitoramento de impactos socioambientais:

•    O reflexo das ações e programas socioambientais (Ibama, Iphan, Funai, Ministério da Saúde, etc.) nos custos dos projetos de transmissão de energia elétrica, com proposições de metodologias que possibilitem a precificação nas avaliações de planejamento;

•    A influência do custo fundiário no planejamento da expansão das linhas de transmissão e metodologias para a sua consideração nas avaliações econômicas;

•    Identificação de questões ambientais que mais impactam a implantação de empreendimentos de transmissão.

 

7.   Integração eletroenergética na América Latina:

•    Benefícios, obstáculos técnicos e aspectos regulatórios;

•    Novos projetos de médio e longo prazo;

•    Ampliação das interligações entre as regiões e com outros países.

Grupo 8 - GSE - Grupo de Estudo de Subestações e Equipamentos de Alta Tensão

Escopo:

Concepção geral, estudos técnicos e econômicos para definição das características dos equipamentos (abrigado, ao tempo ou SF6), projetos civil, elétrico e mecânico, construção, desempenho, supervisão e operação de subestações de potência, industriais ou de sistemas de geração e transmissão, incluindo conversoras CA/CC. Aspectos de confiabilidade e segurança. Especificação, projeto, fabricação, instalação, ensaios, operação, monitoramento e desempenho de equipamentos para subestações como: capacitores, equipamentos de manobra, conversores, filtros, pára-raios e outros (exceto geradores, transformadores e reatores). Sistemas de proteção contra descargas atmosféricas. Aspectos de projeto relativos a aterramento e compatibilidade eletromagnética

Temário:

1. Subestações e Equipamentos de UAT (maior ou igual a 1000 kV AC):

• Normatização, especificação, projeto, construção, testes e desafios para implantação de instalações de ultra alta tensão.

 

2. Equipamentos elétricos de alta tensão – ensaios, novas tecnologias e avaliação de superação:

• Desenvolvimento de novos equipamentos para T&D;

• Gerenciamento da vida útil e envelhecimento de equipamentos para T&D;

• Equipamentos para atender condições emergentes nos sistemas de T&D;

• Função da inteligência em equipamentos elétricos – técnicas computacionais para direcionamento da manutenção preditiva em disjuntores, uso de dispositivos para controle (posição, torque e velocidade) e monitoramento de chaves seccionadoras de alta tensão;

• Monitoramento on-line para equipamentos;

• Experiência nas especificações, projeto e operação de equipamentos modernos de controle de tensão como o compensador estático avançado (Statcom);

• Sistemas de sincronismo para manobras controladas de energização de linhas de transmissão e de transformadores;

• Técnicas de mitigação de superação de equipamentos por meio da instalação de dispositivos limitadores de corrente de curto-circuito;

• Impacto das novas condições de sobrecarga em transformadores no projeto de novas subestações e as necessidades de adequação em instalações existentes;

• Comparações de resultados de simulações digitais e testes de campo para equipamentos de subestações;

• Experiência em recapacitações e modernizações de equipamentos de subestações;

• Avaliação de isoladores e para-raios poliméricos, naturalmente envelhecidos;

• Sistematização da análise de superação de equipamentos no Sistema Elétrico de Potência;

• Critérios de análise e experiência das empresas quanto à superação de características nominais dos equipamentos e instalações;

• Aplicação de técnicas preditivas da degradação das características elétricas dos equipamentos;

·                 Aplicação de novas tecnologias em equipamentos e subestações;

·                 Técnicas de ensaios em campo.

 

3. Subestações ao tempo e abrigadas:

• Renovação, refurbishment, ampliação e up-rating de subestações;

• Soluções inovadoras para subestações, ao tempo e abrigadas, em relação aos aspectos de projeto e manutenção. Aplicação de novas tecnologias e otimização de projetos;

• Avaliação de projetos considerando o custo do ciclo de vida (LCC, Life Cycle Costing);

• Avaliação de valores de campos elétricos e magnéticos e impactos nos projetos das subestações;

• Diagnóstico de defeitos e falhas em subestações isoladas a SF6;

• Desafios para projeto e construção de subestações com grandes potências instaladas (acima de 2.000 MVA);

• Técnicas de manutenção, com ou sem acesso ao potencial;

• Compatibilidade eletromagnética em instalações de alta e extra-alta tensão;

• Contratação de bens e serviços em contratos do tipo EPC (Engineering, Procurement and Construction Contracts);

• Experiência operativa de equipamentos em condições ambientais desfavoráveis;

·                 Gestão de projetos para evitar atrasos na implantação.

 

4. Subestações conversoras CA/CC e CC/CA e respectivos equipamentos:

• Normalização, especificação, projeto, construção, testes e experiência operativa;

·                Desafios de implantação de conversoras CA/CC e CC/CA.

 

5. Introdução de subestações no SIN:

• Compartilhamento de subestações pelos diversos agentes: aspectos regulatórios e casos práticos;

• Análises de impactos causados nas subestações e equipamentos do SIN pelos acessos de vários tipos de geração (térmica, eólica, solar, etc.).

• Otimização do arranjo físico, implantação em zonas urbanas, tecnologias de compactação e modernização de subestações existentes;

• Ambiente sustentável de equipamentos HV;

• Estratégia de uso de equipamentos reserva em subestações considerando o modelo regulatório brasileiro.

 

6. Análise de equipamentos de alta tensão:

• Correntes prospectivas de curto-circuito em sistemas de potência superiores ao limite da norma (63kA) e medidas mitigatórias;

• Superação de equipamentos, com enfoque em TRT;

• Transmissão em UHV – acima de 1.000kVac e 800kVdc (AC e DC);

• Tecnologias avançadas para melhorias dos quesitos confiabilidade e gestão de life-cicle de equipamentos de alta tensão (Advanced Technologies: Reliability and Lifetime of HV Equipment);

• Smart grid aplicado no segmento de transmissão;

• Tecnologias para equipamentos de manobra ambientalmente amigáveis;

• Dispositivos limitadores de corrente de curto-circuito (tecnologia e estudos);

• Requisitos de correntes de curto-circuito com zeros atrasados.

Grupo 9 - GOP - Grupo de Estudo de Operação de Sistemas Elétricos

Escopo:

Estudos para operação de sistemas de potência abrangendo os pontos de vista tecnológico, econômico, hidrometeorológico, energético e elétrico; garantia de suprimento; estratégias de operação; critérios e hipóteses ressaltando práticas operativas; métodos de simulação; segurança do sistema; abordagens de problemas operativos verificados e previstos; influência de estratégias de controle no desempenho dos sistemas. Operação econômica e de múltiplos usos. O impacto da Parcela Variável (PV) na operação do Sistema Interligado Nacional. Integração entre o planejamento e a operação em tempo real. Concepção e especificação de métodos de recomposição da operação do sistema após desligamentos. Centros de Operação do Sistema (despacho): concepção geral, critérios e processos operativos, aplicação de software em tempo real e de simuladores. Integração de sistemas isolados.

Temário:

1.   Uso de sistemas informatizados para:

•    Visualizações de dados em sistemas de supervisão e controle;

•    Previsão de carga considerando fatores climatológicos;

•    Monitoramento de carregamentos de linhas e equipamentos de transmissão;

•    Apoio à tomada de decisão em tempo real relativa ao sistema de potência e às instalações;

•    Avaliação de mau funcionamento e detecção de erros em sistemas de supervisão e controle;

•    Integração de sistemas de informações operacionais e sistemas corporativos de gestão.

 

2.   Operação do sistema de potência em condições normais e em contingências:

•    Em condições próximas aos seus limites operativos;

•    Aperfeiçoamento dos mecanismos de segurança para a operação do sistema elétrico;

•    Influência de componentes harmônicos da Rede Básica e nas DIT (Demais Instalações de Transmissão) na segurança operativa do SIN (Sistema Interligado Nacional);

•    Aspectos operativos da análise de perturbações;

•    Indicadores relacionados às perturbações;

•    Análise de desligamentos programados;

•    Operação integrada em um ambiente de múltiplos agentes;

•    Integração de sistemas isolados ao SIN;

•    Operação de interligações internacionais com o Brasil: benefícios, barreiras técnicas e regulatórias;

•    Planos de contingência para centros de operação, subestações e usinas;

·    Critérios de segurança elétrica e energética;

·    Medidas mitigadoras das consequências de contingências múltiplas, consideradas críveis.

 

3.   Recomposição do sistema de potência:

•    Modelagem e simulações;

•    Uso de sistemas especialistas;

•    Critérios e tratamento estatístico;

•    Uso de técnicas de inteligência artificial para tratamento de alarmes dos sistemas de supervisão e controle;

•    Medidas para agilizar o processo de recomposição, em condições adversas e com segurança, em um ambiente de múltiplos agentes;

•    Indicadores relacionados a recomposições do sistema elétrico;

 

 

 

4.   Operação em ambiente competitivo:

•    Planejamento energético, serviços ancilares, análises de risco, inserção de novos agentes e controle de carga e frequência;

•    Impacto da geração distribuída, autoprodução e cogeração na operação de sistemas elétricos;

•    Congestionamento da transmissão: gestão e medidas preventivas;

•    Alocação de reserva de potência girante e definição das áreas de controle;

•    Aspectos operacionais e tecnológicos decorrentes da expansão das fronteiras do SIN em direção à região Amazônica;

•    Incremento da interdependência energética dos subsistemas e da participação da geração termelétrica;

•    Incremento da exploração das fontes alternativas de energia e da geração distribuída;

•    Exploração dos intercâmbios internacionais de energia e da integração energética na América do Sul;

·    Conflitos entre ambiente cooperativo e ambiente competitivo.

 

5.   Gestão da informação e qualidade na operação:

•    Implantação de sistemas de gestão da qualidade;

•    Uso de sistemas especialistas para possibilitar treinamento contínuo na otimização da gestão da operação;

•    Experiência na teleassistência de subestações e usinas e na integração dos processos da operação com a manutenção;

•    Gestão operacional de centros de controle, subestações e usinas, incluindo o interrelacionamento e o compartilhamento entre diferentes agentes;

•    Gestão de processos operativos e dos fluxos de informação da operação em tempo real;

•    Gestão de informações meteorológicas para avaliação da segurança e identificação de eventos climatológicos extremos;

•    Gestão da diversidade de regras operativas com o uso da tecnologia da informação;

•    Auditorias operacionais.

 

6.   Planejamento e programação da operação:

•    Planejamento da operação energética de médio prazo, curto prazo e programação da operação;

•    Integração entre as atividades de planejamento e de operação em tempo real, e integração das informações eletroenergéticas para a gestão da operação do SIN;

•    Metodologias para avaliação do risco de racionamento e/ou desabastecimento do SIN;

•    Metodologias para melhorar a representação da incerteza nas vazões afluentes às usinas hidroelétricas;

•    Impactos dos condicionantes ambientais e de usos múltiplos da água no planejamento e operação SIN;

•    Modelos computacionais para a previsão de vazões e controle de cheias;

•    Modelos para previsão de carga no curto e médio prazo;

•    Técnicas de otimização para a operação eficiente das usinas hidroelétricas, termoelétricas e outras fontes alternativas de energia;

•    Técnicas para melhoria do desempenho computacional das estratégias de solução aplicadas aos problemas de planejamento e programação hidrotérmica;

•    Incorporação de contingências e aspectos relacionados à estabilidade de tensão e suporte de reativo na programação do despacho energético;

•    Consideração de outros recursos energéticos como o GNL, energia eólica e energia solar nos modelos para o planejamento e programação da operação do SIN;

•    Indicadores de segurança energética.

•    Impactos do aumento da geração eólica na programação de geração, reserva de potência, etc;

•    Análise do comportamento da operação do sistema com variação de intercâmbio de energia da região Amazônica para as regiões Sudeste e Nordeste, face à elevada sazonalidade na geração das usinas a fio d’água;

·    Gestão de riscos na operação;

·    Perspectivas de curto, médio e longo prazo da operação do SIN.

 

7.    Disponibilidade de ativos e penalidades:

•    Impactos decorrentes das indisponibilidades programadas ou intempestivas das unidades geradoras e outras não conformidades nos resultados empresariais do segmento geração;

•    Impactos decorrentes das indisponibilidades programadas ou intempestivas das FT (função de transmissão) e outras não conformidades nos resultados empresariais do segmento transmissão;

•    Indicação de necessidade de aprimoramentos da regulamentação visando o equilíbrio dos ganhos de qualidade da prestação de serviços pelos agentes de geração e transmissão;

·    Conflitos entre modicidade tarifária e segurança operacional no compartilhamento de instalações.

GRUPO 10 - GDS - Grupo de Estudo de Desempenho de Sistemas Elétricos

Escopo:

Estudos, desenvolvimentos e recomendações de métodos, ferramentas e instrumentos para análise, medição e avaliação do desempenho de sistemas elétricos relacionado com qualidade da energia elétrica, compatibilidade eletromagnética, descargas atmosféricas e coordenação de isolamento.

Temário:

1.   Qualidade da energia elétrica:

•    Técnicas e procedimentos para diagnóstico e mitigação de problemas de qualidade de energia, curvas de sensibilidade e suportabilidade de equipamentos e processos industriais, impactos econômicos associados, procedimentos de ressarcimentos a danos, técnicas para diagnóstico de emissões individuais de distúrbios, regulamentação, indicadores e gestão, estudos de caso;

•    Protocolos de medição, influência dos transdutores para medição de fenômenos de qualidade, técnicas de processamento de sinais e gerenciamento de banco de dados;

•    Impacto da integração de instalações não lineares – como as de fontes renováveis alternativas e geração distribuída, particularmente de centrais geradoras eólicas e fontes solares, elos CC e equipamentos FACTS – na qualidade do sistema elétrico, tratamento dos requisitos relativos à qualidade de energia, dimensionamento de filtros de harmônicas, estudos de caso;

•    Impacto das redes inteligentes (smart grids);

•    Sistemas de monitoramento em tempo real para a QEE.

 

2.   Modelos e ferramentas para análise de desempenho de sistemas de potência:

•    Desenvolvimento de modelos de linhas de transmissão, subestações e equipamentos para aplicação em estudos de transitórios eletromagnéticos, estudos de caso;

•    Modelagem de cargas lineares e não lineares; obtenção de equivalentes do sistema para análises dinâmicas e transitórias, estudos de caso;

•    Modelos para estudos dinâmicos e transitórios da integração de fontes renováveis alternativas, particularmente de usinas eólicas e solares no sistema de transmissão, estudos de caso;

•    Simulações híbridas paralelas usando técnicas de integração do domínio do valor eficaz com o de valor instantâneo;

•    Experiência com o uso de simuladores digitais em tempo real;

•    Desenvolvimento e disponibilização de modelos computacionais de equipamentos e instalações especiais;

•    Experiência no desenvolvimento e aplicação de PMU. Comparação de resultados de simulação com medições de campo, estudos de caso.

 

3.   Descargas atmosféricas, sobretensões transitórias e coordenação de isolamento:

•    Estudos e pesquisas do impacto das descargas atmosféricas no desempenho de sistemas elétricos. Aplicação de para-raios em linhas de transmissão, desenvolvimento de modelos e metodologia para análise do desempenho de linhas e subestações frente a descargas atmosféricas diretas e indiretas, mitigação dos problemas, critérios e medidas corretivas, comparação de desempenho real e resultados de simulação, estudos de caso;

•    Análise das causas e efeitos de sobretensões temporárias e transitórias nos sistemas elétricos de potência em instalações e equipamentos, métodos para controle de sobretensões, impacto das sobretensões transitórias no desempenho dos equipamentos e instalações, métodos para avaliação destes impactos, análise de ocorrências relacionadas com falhas em equipamentos;

•    Requisitos de sistema impostos a equipamentos e instalações de sistemas CA e CC e avaliação de critérios para especificação de equipamentos CA e CC, estudos de caso;

•    Aplicação de dispositivos para controle de sobretensões, novas tecnologias na coordenação do isolamento, medição de transitórios eletromagnéticos, ensaios com ondas não padronizadas;

•    Definições de parâmetros relevantes das descargas atmosféricas (canal líder, modelo eletrogeométrico, forma de onda das descargas);

 

 

4.   Compatibilidade eletromagnética:

•    Campos elétrico e magnético provenientes de instalações CA e CC do sistema elétrico, efeitos dos campos elétricos e magnéticos sobre instalações, metodologias para cálculo, medição e mitigação dos efeitos adversos, limites admissíveis, estudo de fenômenos tipo corona e efeitos associados;

•    Interferências em baixa e alta frequência, procedimentos para análise, medição e mitigação dos problemas, critérios e medidas corretivas, impacto da regulamentação, estudos de caso;

•    Interferências causadas por fenômenos naturais, procedimentos para análise, medição e mitigação dos problemas, estudos de caso.

Grupo 11 - GIA - Grupo de Estudo de Impactos Ambientais

Escopo:

Avaliação de desempenho ambiental de empreendimentos. Planejamento e gestão socioambiental dos empreendimentos. Sustentabilidade corporativa e empresarial, aspectos ambientais e sociais. Mudanças climáticas: compromissos e implicações para as empresas do setor elétrico. Boas práticas e avaliação de experiências no trato de problemas relacionados com impactos ambientais. Influências na degradação e recuperação do meio ambiente. Aspectos associados ao licenciamento ambiental. Conservação da biodiversidade (flora, fauna íctica e terrestre). Interação com a sociedade e comunicação socioambiental.

Temário:

1.     Experiências e boas práticas para a melhoria do processo de planejamento e da gestão socioambiental dos empreendimentos de geração e de transmissão, destacando:

·       Desafios e boas práticas socioambientais para a expansão da transmissão: implantação de LTs em áreas urbanas, aspectos regulatórios versus requisitos do processo de licenciamento ambiental, avaliação da qualidade dos estudos prévios à licitação – relatórios R3;

·       Desafios e boas práticas no planejamento, licenciamento e gestão ambiental de empreendimentos de geração hidráulica, térmica tradicional (carvão, óleos combustíveis e gás), eólica, solar e biomassa.

 

2.     Experiência das empresas do setor elétrico com relação à preservação da biodiversidade:

·       Unidades de conservação, programas de proteção e de estudos da flora, fauna íctica e terrestre nas áreas de influência dos empreendimentos.

 

3.     Populações indígenas e outras populações tradicionais:

 

·       Estudos e programas voltados para evitar, reduzir ou compensar interferências causadas pelos empreendimentos do setor;

·       Interação com órgãos intervenientes no processo de licenciamento ambiental (Funai, Iphan, Fundação Cultural Palmares, etc.)

 

4.     Interação com a sociedade e comunicação socioambiental.

 

5.     Mudanças Climáticas e as implicações para o setor elétrico:

 

·       Inventário de emissões;

·       Iniciativas para redução das emissões;

·       Adaptações às mudanças climáticas;

·       Estimativas de emissões de GEE em reservatórios de UHEs;

·       Avaliação da vulnerabilidade dos empreendimentos do setor elétrico às mudanças climáticas.

 

6.     Gestão da sustentabilidade empresarial:

·       Estratégias, inovação, indicadores, comunicação;

·       Gerenciamento de insumos (água, energia, combustível, papel, etc.) e de resíduos sólidos e perigosos.

 

7.     Custos socioambientais:

·       Acompanhamento e análise;

·       Custos socioambientais dos empreendimentos de G&T em operação frente às crescentes demandas da administração pública;

·       Análise da efetividade dos programas socioambientais.

 

Grupo 12 - GMI - Grupo de Estudo de Aspectos Técnicos e Gerenciais de Manutenção

Escopo:

Aspectos técnicos e gerenciais da manutenção em sistemas de potência. Políticas e técnicas de manutenção, incluindo manutenção em partes energizadas, envolvendo a organização de atividades de execução e de engenharia, incluindo ensaios, comissionamento de instalações, segurança, periodicidade, contratação e/ou terceirização de serviços, bem como relacionamento com as áreas de planejamento, projeto, construção e operação. Capacitação de recursos humanos. Filosofias de manutenção relativas ao envelhecimento, extensão de vida útil, modernização e repotenciação de equipamentos e instalações. Qualidade nos serviços de manutenção. Sistemas informatizados para gerenciamento de recursos da manutenção, sobressalentes, custos, pessoal próprio e terceiros, indicadores de desempenho, confiabilidade, manutenção e disponibilidade das instalações e equipamentos. Análise de riscos ambientais e planos emergenciais mitigadores de riscos. Gestão de ativos. Legislação e normas regulamentadoras relacionadas à segurança do trabalho.

Temário:

1.   Gestão da manutenção de equipamentos:

·    Planejamento e controle da manutenção;

·    Apropriação e gestão dos custos de manutenção, custo operacional estimado versus custo contábil;

·    Organização da documentação usada na manutenção;

·    Qualidade e confiabilidade dos bancos de dados da manutenção;

·    Políticas e critérios no gerenciamento do envelhecimento e obsolescência de equipamentos e instalações;

·    Metodologias de gestão da manutenção, incluindo MCC (Manutenção Centrada na Confiabilidade), TPM (Manutenção Produtiva Total) e RBM (Manutenção Baseada em Risco);

·    Integração das áreas de manutenção e operação;

·    ISO-9000:2008, NBR 17025 e outras: impacto dos programas de qualidade e certificação na manutenção;

·    Estado atual e desafios na gestão de ativos;

·    Impacto da redução de custos no desempenho e confiabilidade dos equipamentos.

 

2.   Métodos quantitativos aplicados à manutenção:

·    Otimização por modelos probabilísticos;

·    Uso e análise de indicadores de desempenho de confiabilidade, manutenção e disponibilidade;

·    Métodos de avaliação dos riscos de descontinuidade operacional e reflexos no negócio;

·    Métodos de dimensionamento de sobressalentes e equipes;

·    Técnicas de inteligência artificial aplicadas à manutenção;

·    Inovações metodológicas no tratamento dos dados de manutenção;

·    Programa de gestão de ativos a partir de sistemas de monitoramento;

·    Uso de ferramentas metodológicas para predição de falhas e otimização de programas de manutenção.

 

3.   Impactos da legislação, normas regulamentadoras e outros regulamentos na atuação da manutenção:

·    Norma PAS 55;

·    Normas regulamentadoras NR-10, NR-13, NR‑33;

·    Resoluções da Aneel;

·    Procedimentos de rede do ONS;

·    Aspectos legais na atuação da manutenção;

·    Normas ISO 14000; ISO 55000 e OHSAS 18001.

 

 

 

4.  O fator humano na manutenção:

·    Treinamento e capacitação;

·    Confiabilidade humana e acidentes;

·    Valorização das equipes de manutenção;

·    Modelos aplicados de gestão e retenção do conhecimento.

 

5.   Técnicas manutenção:

·    Técnicas específicas de manutenção executiva de equipamentos e instalações;

·    Impacto da atualização tecnológica e modernização de equipamentos e instalações;

·    Experiências com sistemas de monitoramento e diagnóstico;

·    Aquisição automática de informações relevantes através de sensores e chips dedicados em equipamentos e instrumentos;

·    Inovações introduzidas na manutenção executiva de equipamentos e instalações.

 

6.   Manutenção sustentável sob os aspectos econômicos, sociais e ambientais:

·    Garantia da continuidade do negócio;

·    Gestão de grandes acidentes e contingências;

·    Avaliação de impactos ambientais das atividades de manutenção, ou decorrentes da falta de manutenção;

·    Uso de técnicas com redução de custos e mão de obra.

Grupo 13 - GTM - Grupo de Estudo de Transformadores, Reatores, Materiais e Tecnologias Emergentes

Escopo:

Projeto, construção, fabricação e operação de todos os tipos de transformadores, incluindo transformadores conversores, de uso industrial e os chamados phase-shifters, além de todos os tipos de reatores e componentes de transformadores como buchas, comutadores, etc. Novos materiais e ensaios, aspectos associados a ocorrências em transformadores, técnicas de ensaio, medição, monitoramento e diagnóstico.

 Temário:

1. Ocorrências em transformadores:

• Transitórios de alta frequência, ressonâncias, solicitações resultantes da interação do transformador com o sistema elétrico;

· Desempenho de diferentes tipos de enrolamentos;

• Prevenção e mitigação de incêndio;

• Análise de ocorrências e técnicas de monitoramento e  diagnóstico;

• Casos de sucesso de monitoramento on-line;

• Acidentes durante transporte e técnicas para identificação de seus efeitos;

• Estatísticas de falhas.

 

2. Especificação de transformadores:

• Requisitos dos transformadores e reatores para aplicação em transmissão de corrente contínua;

• Design review, cálculo do custo durante o ciclo de vida sob a perspectiva do processo de compra;

• Requisitos de manutenção;

• Inclusão de sistemas de monitoramento e diagnóstico.

 

3. Novos Materiais aplicados ao setor elétrico:

• Uso de materiais isolantes para altas temperaturas;

• Supercondutores;

• Nanomateriais;

• Desempenho de óleos vegetais isolantes;

·  Experiências com novos materiais e tecnologias aplicados em transformadores.

 

 

4. Novas técnicas de ensaio, medição, monitoramento, diagnóstico, bem como processamento e gestão de resultados aplicados a transformadores, reatores e sistemas isolantes em alta tensão

• Técnicas de ensaio e medição em ultra-alta tensão;

• FRA (análise de resposta em freqüência) e identificação de faltas internas (núcleos, enrolamentos, ligações, aterramentos etc.);

• Desempenho de sistemas de monitoramento on-line;

• Calibração de sistemas de monitoramento on-line;

• Técnicas para avaliação de desempenho e expectativa de vida útil de isoladores poliméricos

Grupo 14 - GET - Grupo de Estudo de Eficiência Energética e da Gestão da Inovação Tecnológica

Escopo:

Aspectos de legislação, normas, procedimentos e financiamentos que contribuem para o aumento da eficiência energética de equipamentos, processos, serviços e obras de engenharia. Políticas e técnicas de conservação de energia envolvendo a organização de atividades de execução e de engenharia, incluindo ensaios, projetos, custos, análise de desempenho e comunicação social. Programas de Eficiência Energética. Métodos, técnicas e ferramentas para auditorias energéticas e análises econômicas voltadas para a conservação de energia. Eficiência energética nos diversos segmentos de consumidores e implementação de projetos de conservação de energia. Políticas e estratégias para a inovação e desenvolvimento tecnológico e fomento à integração entre universidades, indústrias, concessionárias e centros de pesquisa visando à capacitação técnica e o desenvolvimento tecnológico do setor elétrico. Gestão da tecnologia, da inovação e do conhecimento nas empresas, universidades e centros de pesquisa, considerando a gestão das informações, desenvolvimento de projetos tecnológicos e experiências no uso de linhas de financiamento, fomento e incentivos fiscais para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D+I). Planejamento estratégico tecnológico e cadeia de inovação tecnológica. Planos Diretores de Inovações Tecnológicas. Governança e sustentabilidade na pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Gestão do conhecimento em P&D+I nas empresas de energia elétrica. Gestão da pesquisa, desenvolvimento, capacitação, inovação e melhoria de processos e produtos nas empresas do setor elétrico.

Temário:

1.     Regulação, políticas públicas e programas de eficiência energética:

·       Estudos de caso de eficiência energética relacionados com os diversos segmentos de consumidores e de empresas da indústria de energia;

·       Perdas de energia em equipamentos;

·       Acompanhamento dos programas de eficiência energética;

·       Desenvolvimento de casos práticos de implantação de Medição e Verificação (M&V) por programa e por projeto de eficiência energética, novas metodologias de medição e verificação de projetos de eficiência energética;

·       Agentes públicos e privados de promoção da eficiência energética;

·       Efeitos e impactos da lei federal nº 12.783/2013 e Decreto 7.805/2012 nos programas de eficiência energética e gestão do conhecimento sob a óptica da redução dos quadros técnicos. Impacto da municipalização da gestão da iluminação pública em cidades de até 30 mil habitantes (Resoluções Aneel 414/2010 e 479/2012);

·       Eficiência energética como fator de redução do impacto da redução de receita das empresas do setor elétrico;

·       Procel – desafios de fortalecimento.

 

2.      Métodos, técnicas e ferramentas visando à ampliação da eficiência energética de sistemas, processos e produtos.

 

3.     Políticas e experiências de planejamento estratégico tecnológico nas empresas do setor elétrico – gestão do Programa de P&D e Eficiência Energética da Aneel e outros P&D+I:

·       Avaliação e valoração de resultados de projetos de Eficiência Energética e P&D+I;

·       Transferência dos resultados dos projetos de P&D+I interna e externamente às empresas;

·       Desenvolvimento e aplicação da norma ISO 50001.

 

4.      Políticas e experiências na gestão da inovação tecnológica no setor elétrico.

·       Captação, avaliação e tratamento de ideias e sugestões para a inovação tecnológica;

·       Estudo de mecanismos que venham a promover a cultura da inovação em empresas de energia elétrica.

 

 

5.      Gestão do conhecimento nas empresas:

·       Uso de redes sociais e novas mídias para a gestão de conhecimento e fóruns de temas técnicos específicos para compartilhar conhecimento;

·       Desafios para preservação da memória técnica das empresas.

Grupo 15 - GTL - Grupo de Estudo de Sistemas de Informação e Telecomunicação para Sistemas Elétricos

Escopo:

Concepção geral, estudos, projetos, implantação, gerenciamento, operação e manutenção de sistemas de informação e de telecomunicações, envolvendo neste último: meios de transmissão de comunicação baseados no uso de linhas, cabos, rádios, fibras óticas e/ou circuitos alugados e redes integradas de comunicação de voz e dados. Conceitos e estruturas de sistemas de informação e de telecomunicações para satisfazer os requisitos operativos, gerais e estratégicos de sistemas de potência. Estudos de compartilhamento com outros sistemas. Estudos de desempenho do sistema de comunicação e sua influência na confiabilidade do sistema elétrico. Sistemas de informação para atividades operacionais e de negócios envolvendo serviços, meios de comunicação e redes.

Temário:

1.   Soluções de comunicação para suporte às equipes de campo:

•    Atendimento às equipes de manutenção de linhas de transmissão;

•    Comunicação sem fio em ambientes de subestações e usinas;

•    Mobilidade, cobertura, facilidades;

•    Compatibilidade eletromagnética;

•    Comunicação para as equipes de campo durante uma ocorrência ao longo das linhas de transmissão.

 

2.   Convergência tecnológica e aplicações IP para telecomunicações, informática e automação:

•    Organização e gestão das equipes técnicas;

•    Integração de procedimentos, projetos e processos;

•    Capacitação e perfil das equipes;

•    Telefonia;

•    Dados corporativos e operativos;

•    Vídeo, aplicações do padrão IEC 61850;

•    Qualidade de Serviço (QoS);

•    Aplicações de teleproteção e proteção diferencial de linha via rede IP;

•    Perspectiva de aplicações futuras e tráfego na rede;

•    Rede unificada – vantagens e desvantagens.

 

3.   Aplicações de novas tecnologias e soluções nos sistemas de informação e telecomunicações:

• Aspectos de integração dos sistemas de gerência de telecomunicações e de informação;

• Resultados de projetos de pesquisas e desenvolvimento;

• Smart grids – impactos nos sistemas de telecomunicações;

• Otimização de recursos de hardware, software, espaço físico e energia para sistemas de telecomunicações;

• Virtualização do sistema de supervisão e de telecomunicações;

• Videomonitoramento para suporte à operação do sistema elétrico na teleassistência das subestações.

 

4.   Segurança dos sistemas de telecomunicações e sistemas de informação:

• Tecnologia da informação e automação;

• Confiabilidade, disponibilidade, integridade, privacidade e autenticidade;

• Segurança física e patrimonial;

·                Impacto nas redes de telecomunicações/informática com a implantação de smart grids e rede de sincrofasores.

·                Requisitos operacionais de um centro de controle cibernético;

·                Propostas de arquitetura de rede para redes seguras;

·                Time de resposta a incidentes de segurança cibernética.

 

 

5.   Negócios de telecomunicações e terceirização de serviços;

• Comparação de desempenho entre sistema próprio e operador de telecomunicações;

• Desempenho de serviços terceirizados.

• Acordos de níveis de serviço – SLA para serviços operativos;

• Interação com Anatel, Telebras, Aneel;

·                Integração entre equipes de telecomunicação, proteção e informática – vantagens e desvantagens.

 

6.   Aspectos de inovação na manutenção e operação dos sistemas de informação e telecomunicações.

·       Sistemas de suporte à operação  e ao negócio (OSS/BSS);

·       Sistemas de inventário de telecomunicações;

·       Gestão dos ativos de telecomunicações;

·       Soluções adotadas em situações de contingência;

·       Acompanhamento de Indicadores de operação e manutenção.

GRUPO 16 - GEC - Grupo de Estudo de Aspectos Empresariais e de Gestão Corporativa

Escopo:

Estudos, modelos e técnicas de gestão empresarial, inclusive métodos e processos em nível setorial e de concessionárias de energia elétrica. Aspectos administrativos, humanos, de materiais, de informações, financeiros, legais, desempenho, desenvolvimento tecnológico, segurança do trabalho, capacitação profissional e sistemas de transporte das empresas do setor elétrico. Estudos e técnicas de gestão corporativa.

Temário:

1. Agregação da inteligência aos sistemas e gestão de energia elétrica brasileiros, contemplando:

·       Redes Inteligentes de energia /energia elétrica;

·       Redes Inteligentes e a interligação com “cidades inteligentes”;

·       Internet das coisas e sistemas compartilhados aplicados aos sistemas de energia elétrica no país;

·       Modos de gestão a serem usados na integração da geração distribuída de larga escala no setor elétrico brasileiro;

·       Conteúdo nacional de equipamentos, componentes, sistemas e outros elementos inteligentes necessários;

·       Qualificação de quadros para a gestão inteligente nas empresas de energia elétrica.

 

2. Resiliência do setor de energia elétrica brasileiro:

·       Desenvolvimento de planos de resiliência de empresas de energia elétrica;

·       Integração de iniciativas empresariais existentes em planos de resiliência;

·       Redes inteligentes e redes resilientes de energia elétrica;

·       Exemplos de tratamento de ocorrências de ruptura e da solução de resiliência ocorridos no setor elétrico brasileiro.

 

3.  A Importância do capital intelectual para o sucesso e a sustentabilidade das empresas de energia elétrica, incluindo:

·       Gestão do conhecimento, da inovação, da sustentabilidade e da responsabilidade social das empresas e negócios de energia e associados;

·       Estruturas empresariais inteligentes;

·       Renovação de quadro versus envelhecimento crescente do quadro de pessoal;

·       Programas de jovens talentos – como atraí-los e mantê-los;

·       Saúde dos integrantes dos quadros;

·       Educação à distância e outras formas de educação inovadora;

·       Segurança de trabalho em tempo real.

 

4. A experiência das empresas na gestão e regulação setorial nacional

·       Novo modelo regulatório para viabilizar próximo ciclo de crescimento setorial sustentável. Alongamento dos períodos de concessão e depreciação;

·       Novo modo de regulação para viabilizar o licenciamento ambiental de empreendimentos setoriais;

·       Regulação nacional básica para o licenciamento de renováveis;

·       Modos de regulação para cobrir a gestão do envelhecimento e obsolescência dos ativos setoriais de transmissão e distribuição;

·       Estratégias e ações para viabilizar a gestão de empresas de bases móveis de ativos;

·       Reformulação dos modelos de leilões diante dos problemas apresentados e potencial exaustão de proponentes;

·       Modos de regulação para interligações e intercâmbios internacionais. Mercado aberto latino-americano.

 

5. Governança no setor de energia elétrica brasileiro

·       Uso de fundações para o tratamento de questões específicas setoriais, como aposentadorias, planos de saúde, meio ambiente, participação no funding, etc. – como se integram nos processos corporativos, questões e desafios principais de suas viabilidades, programas inovadores experimentados e desafios;

·       Nova governança e gestão setorial de desempenho no contexto de um próximo ciclo de desenvolvimento setorial, formas de tratar e mitigar os riscos;

·       Impactos e soluções de um novo modelo setorial na transformação da gestão e operações das empresas de energia elétrica no país;

·       Estruturas de capitais das empresas e a gestão de conglomerados empresariais no setor de energia elétrica brasileiro – compromissos estratégicos e da gestão da realização dos negócios, capacidades e alavancagens financeiras, estruturas de funding, experiência com SPEs e outras formas participativas;

·       Indicadores de desempenho de sustentabilidade, responsabilidade social, resultados para os acionistas.

 

6. Implantação de empreendimentos de geração, transmissão e distribuição:

·       Análise crítica da gestão da implantação de grandes empreendimentos de geração e transmissão e distribuição;

·       Novas modalidades licitatórias e de leilões para aprimorar e corrigir os problemas e dificuldades apresentadas no sistema vigente. Como tratar atrasos e penalizações. Garantias estendidas, fornecimento de combustíveis e outros aspectos essenciais;

·       Estratégias de licitações e execução de sistemas de transmissão de grandes usinas ou parques geradores concentrados no país. Como assegurar compatibilidade da disponibilidade das redes de distribuição para as conexões indispensáveis da geração distribuída;

·       Experiências, diretrizes e ações complementares necessárias para a implementação em larga escala de geração distribuída no país.